| |
|
| |
 |
| O Blog Marie Claire é um canal direto da redação com as leitoras. Saiba tudo o que rola de novo no planeta: fatos incríveis, temas polêmicos, gente surpreendente, tendências de comportamento, revelações do mundo da música, novidades de moda e beleza, lugares incríveis para viajar etc. Seu comentário pode sair na revista! |
|
| |
|
19/11/2007
México chique
Esqueça os mariachis, a decoração kitch e os burritos de sempre. O restaurante mexicano Sí Señor!, récem-chegado ao Itaim, foge ao óbvio com uma proposta “tex-mex” irresistível. Delícias como os guacamakis (tortillas em em forma de cone, recheadas de bocaditos a escolher, na foto ao lado) e chillis variados –do tradicional ao vegetariano, feito com cogumelos e espinafre, levam os amantes de comida mexicana ao céu, e são capazes de abalar as certezas de quem diz que detesta guacamole. A clássica entradinha de abacate, aliás, nem parece a mesma: processada, vira um dip que desliza nas tortillas, e desce redondo com uma buena tequila. A pimenta, na medida, também pode vir à la carte. Cada cliente testa sua porção caliente. Tudo embalado num ambiente intimista, inspirado na cultura maia, com muita madeira, tons terrosos e toques de violeta. Te gusta? Sí Señor: rua Dr. Renato Paes de Barros, 682, tel. 11 –3476 –7997, www.sisenor.com.br
(Rosane Queiroz) |
|
 |
 |
 |
19/11/2007
Creche é direito básico
Saiu na Folha: a prefeitura de São Paulo decidiu que, a partir de 2008, as creches da cidade vão passar a atender preferencialmente crianças até 3 anos. Acima dessa idade, elas serão encaminhadas para uma Escola Municipal, que funciona apenas em meio período. A medida deixou milhares de mães desesperadas, já que a maioria delas trabalha em período integral e não têm com quem deixar os pequenos. Ora, a justificativa do governo Kassab é que há um déficit de 90 mil lugares nas creches. Não há vaga para todas: logo, devem ser priorizadas as menores, já que as maiorzinhas já podem ir para a escola. Vejo dois problemas enormes nesse raciocínio. Em primeiro lugar, se não há vagas, trata-se de criá-las, e já. Creche é um direito da mulher, garantido por lei: ao governo cabe providenciar para que todas as mães sejam atendidas, sem exceção. Expulsar 90 mil crianças das creches não é solução, nem aqui nem na China. Em segundo lugar, desde quando as escolas municipais estão prontas para receber crianças de 3 anos, com todas as suas necessidades específicas? Alguém pensou nisso, por algum momento? “A transferência de crianças de três anos para a Emei é uma violência”, diz Gladys Marques de Farias, coordenadora do departamento de educação infantil do Sindsep (sindicato dos funcionários da administração municipal). “Elas não estão preparadas para recebê-las.” Mas claro que a prefeitura não pensou nisso. Afinal, quem liga para um punhado de crianças sem cuidado, sem carinho, sem orientação? Se é assim que tratamos os nossos descendentes, o que podemos esperar do futuro? (Marisa Adán Gil)
|
|
 |
 |
 |
19/11/2007
A diva do jazz
Diana Krall tem um enorme fã-clube no Brasil (e no mundo todo, claro). Já esteve por aqui algumas vezes, só que agora é sua estréia depois de ter sido mãe de gêmeos. A pianista e cantora canadense, uma das mais consagradas do mundo do jazz junto a Norah Jones, por exemplo, faz show na semana que vem no Vivo Rio (RJ). O show terá um repertório baseado no álbum "From This Moment On" (clique e ouça canções do CD), que ela lançou no ano passado, e algumas canções de "All For You". Diana falou à Marie Claire via e-mail.
Surgiu um razoável número de cantoras no mundo do jazz. Você acompanha? Presta atenção em quem? Não respondeu. O jazz nunca vai sair de moda? Por que será? Porque é a música clássica americana. Você já veio algumas vezes ao Brasil. Dá para identificar alguma característica da platéia daqui? É uma audiência mágica. Eu acredito que, sinceramente, ela é muito envolvida e maravilhosa. Por que investir mais nos clássicos? É o que as pessoas querem ouvir de uma cantora como você ou não há bons compositores de jazz no momento? Eu vejo essas músicas clássicas como peças curtas e eu sou a única atriz nelas. Elas são sempre interessantes e desafiadoras. Se fosse obrigada escolher, com o que ficaria: o piano ou sua voz - digo: prefere Diana Krall pianista ou cantora? Às vezes nenhuma das duas me agrada, alguns dias eu estou feliz com ambas. No final há um equilíbrio. Ser mãe mudou muita coisa em sua vida como pessoa e profissional? E ser mãe de gêmeos, complica mais? Foi a melhor coisa que poderia ter acontecido comigo.
(João Luiz Vieira)
|
|
 |
 |
 |
19/11/2007
Superguia da casa
Aí vai uma dica para quem quer deixar a casa aconchegante e bonita com facilidade. Já está nas bancas o Guia Casa e Jardim n. 3 - "300 Idéias para Decorar a Casa". O livro reúne fotos de salas, cozinhas, quartos, banheiros, varandas e jardins e ainda orienta o leitor a escolher as melhores cores para as paredes, organizar os cômodos e receber visitas com todo o charme. Com 162 páginas cheias de criatividade e soluções eficientes para cada ambiente, a edição custa R$ 15,90. Segue, abaixo, um trechinho:
Cabeceira rápida A cama box spring não tem cabeceira. Duas faixas de papel de parede, com folhas douradas sobre o fundo beringela, demarcam a área do móvel. Projeto: Marcelo Rosenbaum

(Marcela Farrás)
|
|
 |
 |
 |
14/11/2007
É o verão!
Na semana passada, chegou aqui na redação um "documento" superespecial para a imprensa. É o Passaporte Verão, do O Boticário. Nele, você tem acesso a conselhos importantes para passar o verão tranqüila. Shirlei Borelli, dermatologista e consultora da marca, dá dicas sobre proteção solar e para prevenir estrias, celulites, flacidez. Confira um trecho:
Muitos fatores influenciam a intensidade da luz solar e o seu potencial em causar queimaduras solares, fotoenvelhecimento e câncer de pele.
Estação do ano: o risco é maior durante o verão, quando o Sol está no alto do céu.
Hora do dia: o risco é maior entre 11h e 15h, quando o Sol está no ponto mais alto no céu.
Latitude geográfica: o risco é maior perto do Equador.
Nuvens: o risco é maior em um dia de céu limpo. Nuvens esparsas promovem uma diminuição mínima no risco, nuvens pesadas removem apenas parcialmente as radiações.
Reflexão: o risco é maior junto às superfícies refletoras como areia, neve e água agitada.
Vento e água: o risco de lesão da pele não é amenizado pelo efeito refrescante de nenhum dos dois elementos.
Quantidade de céu visível: o risco é maior quando se pode ver um grande espaço de céu limpo. Cerca de dois terços da radiação UVB chegam indiretamente de todos os ângulos a partir da atmosfera (dispersão), assim, se o Sol for obscurecido por uma nuvem, apenas um terço da radiação será reduzido.
Clique aqui e tenha acesso a todas essas preciosas informações para você aproveitar ao máximo a estação (em PDF)
(Cristiane Senna) |
|
 |
 |
 |
13/11/2007
Preparem-se para o dia 22
Fãs de "House", preparem-se. No próximo dia 22, quinta-feira depois do feriadão, estréia a quarta temporada. Na verdade, não sei bem por que estou feliz. Eu não tenho mais o Universal Channel. Depois que mudei de casa, não pude continuar com a Net e mudei para a TVA. Só depois percebi que não tinha o canal... Mas tudo bem. Contento-me, por enquanto, em acabar de assistir os DVDs da terceira temporada.
Se você quer saber mais sobre o episódio de estréia da série, continue a ler, senão pule o próximo parágrafo.
No final da última temporada, Foreman, Chase e Cameron deixam o hospital, depois de conflitos com House. Na trama do novo episódio, "Sozinho", Cuddy tenta convencê-lo a contratar uma nova equipe de médicos. House faz, então, uma aposta com a diretora do hospital: se ele conseguir solucionar o caso de Mrs. Bradberry - uma mulher que sobreviveu à queda de um prédio - ela o deixará em paz por uma semana.
Blog oficial da série Outra novidade sobre o médico mais arredio da televisão. O Universal Channel lança amanhã o blog oficial de "House" (www.house.globolog.com.br), que trará informações exclusivas sobre os bastidores da série, perfil dos personagens e trechos em vídeo dos episódios inéditos antes mesmo de eles irem ao ar.
(Cristiane Senna)
|
|
 |
 |
 |
13/11/2007
Hotelaria à mineira
Como bons mineiros, eles chegaram a São Paulo de mansinho. Começaram a funcionar em regime de "soft opening" em agosto e, só agora, três meses depois, resolveram abrir as portas oficialmente. O endereço do novo Royal Jardins, pertinho da Avenida Paulista, se adequa à proposta, de hotel-boutique. A grande diferença para os hotéis dessa categoria está no preço: R$ 159 a noite (com farto café da manhã com pães vindos às 5h da matina diretamente da Galeria dos Pães), e também na discrição. O prédio, na alameda Jaú, fica longe da badalação. Gostei da sensação de segurança, com chaves que dão acesso apenas ao seu andar, dos pisos antialérgicos (tem acarpetados também), das janelas acústicas, do menu de travesseiros, e, sobretudo, do jardim supercharmoso, ao ar livre, lindamente decorado com bambus, vidro e vime, que pode ser usado como sala de reuniões. Com um currículo poderoso na hoteleria internacional, tendo Madonna entre seus guests, a gerente-geral do Royal, Elly Shimasaki, me contou que pede aos hóspedes que querem negociar a tarifa na entrada para fazer isso na hora da saída. Até agora, segundo ela, a estratégia deu certo: depois de um bela noite de sono em lençóis egípcios, sauna, jacuzzi e outros mimos, eles desistem de chorar o desconto.

(Sandra Boccia) |
|
 |
 |
 |
10/11/2007
Fun Home - Uma Tragicomédia em Família
O livro do ano da revista Time traz a uma complexa relação entre pai e filha
Anunciado na edição 196 de Marie Claire, Fun Home é um dos maiores fenômenos literários desta década. Eleito o "livro do ano" em 2006 pela revista Time, figurou na lista de livros mais vendidos do The New York Times e faturou diversos prêmios (entre eles, o Eisner Awards de Melhor Não-Ficção). O álbum é um livro de memórias, onde a quadrinista Alison Bechdel revisita a sua infância e adolescência - especialmente a descoberta da homossexualidade e a difícil relação com seu pai Bruce Bechdel, homossexual não-assumido, que passava mais tempo cuidando e reformando o casarão vitoriano em que moravam do que dando atenção à família.
Alison conduz a história com maestria, fazendo referências a inúmeros clássicos da literatura universal. Sua relação com o pai a faz lembrar do mito de Ícaro e Dédalo, e sua mãe, atriz amadora, ora é um personagem de Henry James, ora de Oscar Wilde. A proximidade de Alison com as letras vem do berço: Bruce era professor de literatura em Lock Heaven, a pequena cidade onde a autora cresceu. A outra ocupação de Bruce era cuidar da casa funerária da família - funeral home, em inglês - que, abreviada para fun home ("casa da diversão") pelas crianças, dá título ao livro.
O traço de Alison é limpo e detalhado, complementado por toques aquarelados (sempre num tom de verde) - a versatilidade da autora é impressionante, desenhando com a mesma perícia mapas, arquitetura, reprodução de livros, cartas e fotografias. Fun Home é uma obra-prima dos quadrinhos - um livro inteligente e revelador, ultrapassando gêneros e utilizando todo o potencial que a própria linguagem oferece.
(Oliver Quinto) |
|
 |
 |
 |
|
 |
|